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Arriscar, Sentir e Partir
  

Arriscar, Sentir e Partir

"A quase quatro meses após o regresso da Ilha do Sal, o sentimento é de saudade e vontade de regresso. Fizemos de tudo um pouco, limpezas de sarjetas, remodelações de salas de aulas, arranjo de cadeiras e mesas em mau estado, auxílio aos bombeiros locais, acções de formação junto da população local, e mais tempo houvesse e esta folha estaria cheia. Chegámos a Lisboa com um misto de sensações, pois apesar de sentirmos que tínhamos feito aquilo a que nos tínhamos proposto, não podíamos deixar de pensar que ainda havia muito a precisar de ser feito. Maior sentimento que o de dever cumprido, era o da alegria ao ver a cara daqueles que estávamos a ajudar. Era realmente emocionante a forma como aquelas pessoas enfrentavam e viviam o dia, e mais que isso, como passavam essa alegria de viver a quem estava próximo. Tornava-se mesmo algo que nos fazia repensar a forma como vivemos. Isto e o facto de estarmos habituados a certos luxos de casa, que além fronteiras não tínhamos garantidos, como água potável ao abrir a torneira. Pode-se dizer que o Sol, a poeira e o cansaço foram os nossos melhores amigos nesses dias, e que acima de tudo nos mudaram enquanto homens e mulheres. Tornámo-nos mais humildes, mais unidos, e evoluímos como nunca imaginámos. Sentimos que nunca uma gota de suor foi tão bem despendida. Diz-se vulgarmente que o tempo bem passado passa rápido. Bem, a nós aquelas duas semanas pareceram-nos meras horas. E falta apenas dizer que fica um até sempre e a saudade de voltar a terras de Morabeza."

CLÃ VI  – INFANTE SAGRES

Agrupamento 67 - Bairro da Encarnação

(Novembro 2013)

  

Renato Braz
  
Renato Braz

"Quanto a mim, o que me desafia e dá adrenalina (daquela tipo long drink e não em shot) são as viagens. Mas viajar não é, para mim, atravessar o mundo e ir enterrar a cabeça na areia de uma qualquer estância "exótica" de luxo. Viajar, como apreciar um bom tinto, implica escolher, cheirar, beber, saborear, deixar que se difunda em nós e, por fim, assimilar o que interessa e eliminar o que não. Novamente como um bom vinho, viajar, por vezes, sabe bem só porque sim. Mas na maioria dos casos deve ser tido como complemento de algo."   Ler mais...

Renato Braz

  

Cristina Crespo
  
Cristina Crespo

"Com tudo isto aprendi que todos os sonhos são possíveis, só temos de lutar por eles. Senti que não há nenhum ponto do globo onde não seja possível chegar, a língua e diferenças culturais não são verdadeiras barreiras, desde que haja vontade de Ser com os outros. Desde que a postura seja de humildade e tentemos compreender os outros podemos sempre aprender muito e dar algo de nós, nunca é muito, mas o importante é tentarmos dar sempre o melhor, onde quer que nos encontremos, em cada segundo!"   Ler mais...

Cristina Crespo

  





     

  
   
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