"Quanto a mim, o que me desafia e dá adrenalina (daquela tipo long drink e não em shot) são as viagens. Mas viajar não é, para mim, atravessar o mundo e ir enterrar a cabeça na areia de uma qualquer estância "exótica" de luxo. Viajar, como apreciar um bom tinto, implica escolher, cheirar, beber, saborear, deixar que se difunda em nós e, por fim, assimilar o que interessa e eliminar o que não. Novamente como um bom vinho, viajar, por vezes, sabe bem só porque sim. Mas na maioria dos casos deve ser tido como complemento de algo." Ler mais...
Renato Braz