|  | "Deus é amor, atreve-te a viver por amor.” Foi com essa atitude que cheguei a Calcutá, queria entregar-me a 100%. Calcutá tornou essa missão muito fácil. Era realmente com essa Índia que tinha sonhado: cores berrantes, cheiros intensos, humidade e calor a rondar o insuportável, trânsito caótico e muito audível, milhares e milhares de pessoas." Ler mais... | Filipa Araújo | |  | "O plano da minha viagem não foi traçado desde o início. Fui traçando e descobrindo! O primeiro mês ia combinado de Portugal, mas era tudo o que eu sabia. Durante esse mês preparei o seguinte e assim sucessivamente. Um mês antes já sabia qual seria o meu próximo destino. Fui arranjando os contactos através de pessoas que ia conhecendo e sabiam de sítios onde era preciso ajuda. Dormi sempre em casa de pessoas, que sem me conhecerem, me abriram as portas. Não houve hotéis e os luxos ficaram de parte, o objectivo não era esse, era ser um deles, viver com as pessoas de lá, conhecer a cultura..." Ler mais... | Mafalda Roza | |  | "Mas ainda falta... a missão é longe, bem lá no meio das montanhas e do mato... aí sim, é tudo verde, e colorido dos panos, dos sorrisos, dos cânticos, das eucaristias à sombra de folhas de palmeira, do silêncio de quem quer aprender, das fogueiras que iluminam a oração do terço e a partilha do dia, aí sim, sentimos que chegámos a casa! Já passaram quatro anos desde que parti pela primeira vez em missão, sei que nunca mais serei a mesma, e gosto disso, porque sei que fiz algo pelo mundo e tornei-me numa pessoa melhor!" Ler mais... | Lina Teixeira | |  | "Sair de casa vestida de palhaço era um desafio enorme. Muitos eram os sorrisos que colhia pelo caminho, até entrar no serviço de oncologia pediátrica. Ao chegar, ninguém ficava indiferente à cor e à alegria. Eram funcionários, pais e principalmente os rostos das crianças que se iluminavam. O burburinho começava ao fundo do corredor e eu podia ver as cabecinhas carecas a espreitar felizes, à minha espera." Ler mais... | Rita Ramalho | |  | "Aprendi muito sobre como lidar com os outros, a viver numa sociedade diferente da minha, aprendi também sobre outra realidade e isso é fundamental para crescer mais completa e consciente do mundo que me rodeia. Cabo Verde tem as suas riquezas e a cada dia que passou, fui descobrindo um pouco mais e ficando mais apaixonada por esta terra!" Ler mais... | Ana Ferreira | |  | "Ouvimos e vemos estatísticas assombrosas de várias ONGs que nos mostram milhões de pessoas privadas das primeiras necessidades, mas nada nos prepara para viver isso de perto. Digo de perto, porque não o vivi na pele totalmente: vivi numa casa de alvenaria, tinha água na torneira, tinha cerca de 3 horas de luz por dia e um frigorífico a gás." Ler mais... | Hugo Rodrigues | |  | "Quando cheguei à Guiné-Bissau os primeiros sentimentos foram de inutilidade e impotência. Sentia que a minha pretensão de contribuir para a mudança era insuficiente para mudar fosse o que fosse. De facto, a minha vontade não chegou, não chega e por mais que faça nunca será suficiente. Mas, e, se formos muitos? Talvez cheguemos lá." Ler mais... | Maria Jesus | |  | "Um grupo de desconhecidos que se tornou num grupo de amigos que funcionou como uma verdadeira família. E agora, passados alguns meses, sentimos saudades de pessoas espalhadas pelos 4 cantos do Mundo. Ficaram os contactos em todos os Continentes e a certeza que alguém neste Planeta nos há-de recordar. Agora sim percebo o significado de 'Um Mundo, Uma Promessa'." Ler mais... | Bento Martins | |  | "É impossível tentar pôr em poucas (ou mesmo muitas!) palavras tudo aquilo que aconteceu, tudo aquilo que vimos, tudo aquilo que trouxemos de lá, na mente, no coração e na alma. Ficou, sem dúvida, a certeza de se ter aprendido muito mais do que aquilo que alguma vez, humildemente, ousamos poder transmitir, e ficou também um aperto grande no coração, na hora da partida, que praticamente me fez ter a certeza que um dia volto..." Projecto Nau de Esperança
Corpo Nacional de Escutas - Agr. 8 - Clã 43 S. Rafael Ler mais... | Rui Silva | |  | "Enquanto Leiga para o Desenvolvimento (LD) sinto que vivi isso mais do que nunca. A vida de simplicidade, pobreza e de total entrega aos outros por amor a Jesus dá outro sentido a estas e outras partes da oração do escuta que tantas vezes dizemos, debitando apenas um conjunto de palavras às quais não damos verdadeiro sentido. Foram os ideais escutistas e católicos que me foram incutidos desde sempre que suscitaram em mim a vontade de fazer voluntariado em África." Ler mais... | Patrocínia Santos | |  | "A nossa missão era ocupar os refugiados durante essas 2 semanas. Assim sendo, fizemos uma primeira triagem do que cada um teria para oferecer em termos de actividades ao grupo e começamos a fazer calendários: por idades e por género.
A questão do género era algo muito importante, pois as diferentes culturas têm visões diferentes de nós ocidentais em relação ao papel da mulher, (...) o nosso problema é que éramos poucos voluntários para tantos refugiados." Ler mais... | Ana Fonseca | |  | "O tempo correu, mas todo ele foi um constante desafio à resistência para lidar com as novidades. Aprendi uma nova língua, aprendi imenso sobre novas culturas, despertaram-se novos interesses, adquiri novas capacidades que poderão ser úteis no futuro, conheci tanta gente, viajei tanto, vi o meu projecto acontecer (respirar mais ar), cresci tanto, defini princípios, abri a mente a novos estilos de vida, experiências." Ler mais... | Joana Vieira | |  | "Todos nós sabemos que existem muitas pessoas que sofrem, muitas pessoas que choram, muitas pessoas que não têm o que comer… Mas a maioria das vezes, achamos que é lá longe e por isso não podemos fazer nada por e com elas. Mas naquele momento, eu sentia nas minhas mãos as suas vidas e realidade. Quantas vezes dizemos “eu quero seguir o amor e a verdade” mas quando vamos ao nosso dia-a-dia concreto esquecemo-nos de alimentar e pôr a render este nosso propósito.(…)" Ler mais... | Rita Cardão | |  | "Alvíssaras Capitão, terras de Angola à vista…" "E assim cheguei a Benguela (Angola), ansiosa e cheia de vontade de abraçar um novo projecto de vida. Não sabia ao certo o que ia encontrar mas depois de fazer o balanço do meu tempo de missão cheguei à conclusão que foi uma experiência muito positiva. Fui para Angola através da ONG-D “Leigos para o Desenvolvimento” e integrei o projecto de alfabetização de jovens e adultos em bairros periféricos da cidade de Benguela." Ler mais... | Sofia Moura | |  | "Partir em missão é sentir que colocamos os nossos dons a render, que estamos ao serviço por Ele, para Ele e, sobretudo, com Ele. É ser enviado para nos entregarmos ao outro. É uma experiência enriquecedora e catalisadora de novos sentimentos, de novas perspectivas. Esta entrega pode e deve ser feita todos os dias. Qual a diferença no partir? A multiculturalidade, o diálogo com outras culturas e formas de estar no mundo, sentir que somos uma pequena semente num mundo global para o qual também podemos contribuir sendo palavra e testemunho de Deus." Ler mais... | Suely Oliveira |
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| "Sair de casa vestida de palhaço era um desafio enorme. Muitos eram os sorrisos que colhia pelo caminho, até entrar no serviço de oncologia pediátrica. Ao chegar, ninguém ficava indiferente à cor e à alegria. Eram funcionários, pais e principalmente os rostos das crianças que se iluminavam. O burburinho começava ao fundo do corredor e eu podia ver as cabecinhas carecas a espreitar felizes, à minha espera." Ler mais... Rita Ramalho | |
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| Testemunho Lina Teixeira | 10-02-2012 | 2,02 MB | |
| Testemunho Mafalda Roza | 10-02-2012 | 1,21 MB | |
| Testemunho Filipa Araújo | 31-12-2011 | 829,47 KB | |
| Testemunho Rita Ramalho | 26-09-2011 | 4,39 MB | |
| Testemunho Rui Silva | 07-04-2011 | 1,01 MB | |
| Testemunho Patrocínia Santos | 13-03-2011 | 194,06 KB | |
| Testemunho Ana Fonseca | 15-02-2011 | 473,76 KB | |
| Testemunho Joana Vieira | 12-01-2011 | 249,17 KB | |
| Testemunho Suely Oliveira | 07-12-2010 | 33,16 KB | |
| Testemunho Sofia Moura | 07-12-2010 | 36,69 KB | |
| Testemunho Rita Cardão | 07-12-2010 | 43,47 KB |
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